segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dust in the wind





Same old song
Just a drop of water
In an endless sea
All we do
Crumbles to the ground
Though we refuse to see
Dust in the wind
All we are is dust in the wind

Dust in the wind - Kansas

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Eu, Arjuna

Afeição e aversão, prazer e dor, percepção, vontade, intelecto e consciência, são estes os atributos que lhe competem;

Humildade, sinceridade, paciência, probidade, não-violência, fidelidade, constância, fortaleza, autodomínio, amor à verdade, reverência em face ao sagrado;

Menosprezo de satisfações sensuais, total libertação do egoísmo, clareza sobre o valor relativo de nascimento e morte, velhice, enfermidade e dor;

Liberdade de apego, não-identificação do Eu com esposa ou filho, casa ou qualquer propriedade material, manutenção da serenidade interna em face de circunstâncias gratas ou ingratas;

Indeclinável devotamento a mim, obtido por incessante focalização do meu Ser; amor à solidão, aversão à adulação pública;

Consagração ao conhecimento da verdade e à realização do Eu - tudo isso é chamado sabedoria, e o que lhe é contrário é ignorância;

É essa a luz da sapiência que confere imortalidade; é o Brahman supremo e eterno, que não é existência nem inexistência;

Deus não existe nem inexiste. Embora residindo em todas as formas, é ele sem forma. As potências celestes são as mãos do Soberano. Onipresentes são os seus olhos, suas cabeças, suas bocas, seus ouvidos, seus pés;

É ele que abrange, sustenta e ilumina o mundo, glorioso em todo o seu poder, porém não limitado por coisa alguma; senhor de toda a obra, e não ligado por obra alguma;

Movente de tudo, e não movido oir nada; ele, que ninguém pode abranger e que tudo abrange, o Único, o Indivisível;

Infinitamente propínquo e infinitamente longínquo; é ele mesmo a vida que dá todos os seres; é ele o poder que tudo cria e tudo destrói;

É ele a luz das luzes, para além de todas as trevas; o conhecedor, o conhecido e o próprio conhecimento, que reside no âmago de todas as coisas;

Acabo de explicar-te brevemente, ó Arjuna, o que pe o campo, o conhecedor e a realidade cognoscível; quem isso compreende vem ter comigo.

Krishna assim fala a Arjuna. Trecho extraído do Bhagavad Gita





segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Let's sing the Bard's Song

Nunca tive muito contato com a cultura dos celtas. Apesar disso, sempre tive aquele respeito/medo, como se fosse algo muito bonito e elevado. Talvez não saibamos muito deles por estarmos numa sociedade cristã. Os celtas são pagãos. Essa palavra nada significa além de "não-cristão" mas ela aparentemente é usada com conotação de alguma coisa ruim. Como se não ser cristão fosse, de alguma forma, ser ruim. Ao contrário, os cristãos que deveriam se envergonhar por todo conhecimento que foi embora da face da terra por causa deles. Tudo que foi queimado na biblioteca de Alexandria, não só livros, mas CORPOS. Corpos de pessoas, seres vivos. O que são as bruxas maléficas senão uma versão recontada das feiticeiras celtas? E o que são as feiticeiras senão mulheres que tinham conhecimento da natureza? Quero saber qual é a diferença gritante disso para os cientistas. Novos moldes, novos costumes, só. Eles tinham o próprio modo de gerar seu conhecimento. Eleva a alma compreender os simbolismos por trás dos mitos celtas. É como se eu sentisse falta de um tempo que não vivi, sequer sei direito como é. Tudo foi se perdendo com o tempo. Com a intolerância, com o dinheiro. Onde está o conhecimento sobre os celtas? Alquimia, elementais, Arthur, os símbolos de tudo isso? Aonde está esse conhecimento? Eu quero ter isso perto de mim, quero aprender isso. Por isso hoje, let's sing the bard's song!








No one will ever know our names
But the bard's songs will remain
Tomorrow all will be known
And You're not alone
So don't be afraid
In the dark and cold
'Cause the bard's songs will remain
They all will remain










Pouco, pouco, quase nada

O homem deseja tantas coisas, e no entanto precisa de tão pouco
Goethe





sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Férias chegam e vão

Muitos acontecimentos. Eu e meu grupo entregamos mais um, dessa vez o último trabalho do semestre, 38 lindas páginas de ciência, começam então as férias. Houve a confraternização da turma, dei um A Bíblia do Caos no amigo oculto para Vitor Alexander, ganhei Bhagavad Gita e O Elogio da Loucura da Licka. Estou exausta ao ponto de me faltar forças pra preparar a minha janta. Não sei direito se durmo agora pra não sentir fome ou se cozinho me equilibrando nas paredes. Estou só O CACO.
Férias chegam, férias vão, aulas chegam, aulas vão, pessoas chegam, pessoas vão. Existe qualquer coisa além disso? - eu me pergunto. Parece que sim...Em algum lugar...
Eu vou comer antes que desmaie.




segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Lovers Haircut

"Samson came to my bed
Told me that my hair was red
Told me I was beautiful and
Came into my bed
Oh I cut his hair myself one night
A pair of dull scissors in the yellow light
And he told me that I'd done alright
And kissed me till the morning light
the morning light
And kissed me till the morning light
And the history books forgot about us
And the bible didn't mention us
Not even once"


Regina Spektor - Samson







sábado, 10 de dezembro de 2011

Flowers

"I want to buy you flowers
It's such a shame you're a boy
'cause when you are not a girl
nobody buys you flowers

I want to buy you flowers
and I'm standing in the shop
I must confess I wonder
If you would like my flowers"

Flowers - Emilie Simon





sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Decidir o que fazer

"Simplesmente descobrimos que existimos e temos então de decidir o que fazer de nós mesmos."

Jean-Paul Sartre





terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Fim de semestre: VEM

Como estou na onda Sonata Arctica, fazendo os slides dos trabalhos diversos me imagino um lobo caçando na floresta. Em cada formatação de slide posso ver meu caninos quebrando os ossos e comendo a carne do caçador de lobos que aterroriza todos os lobos-alunos como eu. Mas agora o sangue deles está no meu rosto.
O lobo com conhecimento científico uiva para a lua: fim do semestre - VEEEM!!!









Oh can you hear them cry?
As far as the man can run from us we're following the trail of blood
So, hunt, my young ones! (mandem os slides, meus colegas de grupo!)

I have always known the storm (fim de semestre) would come...
Listen now, my young ones (colegas de grupo)
This not a story I tell
Of midnight, moon and sun...

You're welcome to give it your best try... 
Look me in the eyes, oh, wolver (professor)
This (avaliação institucional) ain't your fairy tale... 


Ain't Your Fairytale - Sonata Arctica

p.s.: (eu escrevo cada coisa quando estou com sono hahaha)

domingo, 4 de dezembro de 2011

The one who loves to live!

"Leave with the first light,
Go when you still see the moon!
Run for the sunlight,
Gate is now open for you!

Lost in the sunlight,
Leave, you will not see the moon!
Walk for the first time
No one has waited for you!

Dancing on the path and singing, now you got away.
You can reach the goals that you have set from now on everyday!
There is no way you would go back now, oh no, those days are past.
Life is waiting for the one who loves to live, and it's not a secret"


Victoria's Secret - Sonata Arctica





sábado, 3 de dezembro de 2011

A cidade sem ninguém

Uma das histórias de amor mais cativantes do mundo dos animes: Chobits! Eu também fui cativada por essa maravilha/idiotice. Não vou negar que chorei baldes assistindo esse desenho clichê, previsível e mau desenhado que apesar de tudo isso É LINDO!
Chobits conta a história de um vestibulando (Hideki) que vai para a capital à procura de oportunidades. Na mundo desse anime existem Persocons, robôs programáveis que são como pessoas, diferindo na aparência apenas as orelhas que servem como uma espécie de "entrada usb". Persocons são muito caros, ele não tem condições de comprar um, mas inusitadamente, encontra uma no lixo, a leva pra casa. Essa Persocon não veio com OS, então Hideki apenas a liga e precisa ensinar TUDO para ela. Hideki, então, dedica seu tempo a ensinar coisas novas a Chii, e ela vai aprendendo a viver no mundo. Chii por sua vez tem estranhos sonhos e com a ajuda de uma pessoa que aparece nestes e de um livro que compra semanalmente (A cidade sem ninguém - Dare mo inai machi), vai desvendando os mistérios da sua gênese e seu passado, descobrindo por qual razão foi feita e abandonada, o que deve procurar enquanto "viva", quem é a pessoa que aparece em seus sonhos e, é claro, o amor.
Chii tem pouco vocabulário, é ingênua, tudo precisa aprender. O livro é em linguagem infantil, sutil. Acredito que Chii represente o amor puro que nós Hidekis temos que encontrar no lixo e cuidar carinhosamente todos os dias. Aqui está um dos trechos do livro Dare mo inai machi:


“Nesta cidade não havia ninguém.
Na cidade havia casa e janelas iluminadas.
Mas não havia ninguém nas ruas.
Olhei por uma das janelas tinha uma pessoa…
Mas ela estava com um deles. Olhei dentro de outra casa.
E a pessoa também estava com um deles.
Esta cidade é igual a todas as outras.
É divertido estar com um deles,
Mais divertido do que estar com outra pessoa.
Por isso, ninguém mais sai nas ruas.
Não há ninguém nesta cidade.
Eu farei uma jornada. Irei para outras cidades.
Eu queria que alguém me achasse. Alguém só para mim. 


[...]


Eu sabia.
Não há ninguém nesta cidade também.
As pessoas estão com UM DELES.
Não despertam do sonho agradável de estar com UM DELES.
As horas que passam com UM DELES são um sonho…São momentos envolventes como um devaneio.
ELES realizam qualquer desejo.
ELES fazem como as pessoas querem que façam.
ELES são como as pessoas querem que sejam.
ELES não são pessoas por isso podem se tornar o sonho dessas pessoas.
Mas existe uma coisa…que ELES não podem fazer.
ELES não podem se tornar pessoas.
Podem substituir uma pessoa. Mas não podem ser uma pessoa.
Eu sei muito bem disso. Sei muito bem porque eu sou eu.
Eu continuo em busca de uma pessoa só para mim.
Alguém que goste de mim pelo que eu sou. 


[...]


Eles podem fazer qualquer coisa.
Porque foram feitos para isso.
Podem ser mais bonitos que os verdadeiros.
Podem ser mais inteligentes que os verdadeiros.
Do jeito como as pessoas querem.
Do jeito como as pessoas desejarem.
No lugar que quiserem pelo tempo que desejarem.
Assim…. Eles carregam as pessoas para um sonho.
Um sonho que não desperta.
Mas… Isso faz as pessoas realmente felizes?
Eles foram concebidos para fazer as pessoas felizes.
Mas… Será que as pessoas são realmente felizes junto deles?
Existe felicidade aqui na cidade sem ninguém? 


[...]


Eu cheguei a uma nova cidade.
E eles estão aqui.
Não existe mais lugar sem um deles.
As pessoas estão com um deles.
Existem tantos deles quanto pessoas no mundo.
Mas… A pessoa só para mim é única.
Só que ainda não a encontrei… 


[...]


E passei a gostar daquela pessoa por ela ser ela…
Espero que ela encontre em mim…
Aquilo que eu posso fazer por eu ser eu…
A aquilo que não posso fazer por eu ser eu.
Espero que ela encontre isso… E que depois…
Passe a gostar de mim… Por eu ser eu mesma.
No meio de toda a multidão…
Eu quero que aquela pessoa me descubra.
E que passe a gostar só de mim. 


[...]


Nesta cidade não há ninguém.
Mas… As luzes que iluminam as casas…
São brilhantes e aconchegantes.
Eu estou na cidade sem ninguém.
Mas eu não me sinto triste nem solitária.
Um calor preencheu meu coração.
Eu sou um deles, mas estou feliz.
É porque eu gosto daquela pessoa.
Quando alguém gosta de outro… É bom.
Não importa se é humano ou não.
Esse sentimento nos embala e nos protege."






Será que isso caindo dos meus olhos são lágrimas?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Nós, robôs







- You are just a machine, an imitation of life. Can a robot write a simphony? Create a beautiful masterpiece?
- Can you?

Aleatoriamente pelo 9GAG, acabei parando num print do filme Eu, Robô com o diálogo acima. Inteligentíssima a pergunta do robô, apesar dele só ter dito duas palavras. Se não somos capazes de fazer coisas bonitas e elevadas, apreciar boas músicas, o que nos difere de sermos robôs, meras imitações de vida? Se somos vida e não imitação, façamos coisas bonitas, então.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A raposa e o lobo

As raposas e lobos são quase primos. Por essa razão as raposas brasileiras sentem forte apego aos lobos finlandeses. E também porque ambos can't be tamed haha Em outras palavras, gosto dessa banda, Sonata Arctica. Essa música se trata de um lobo aprisionado que por essa razão se tornou feroz. Que banda escreve sobre os sonhos de liberdade de um lobo? Correr pelas colinas, ver a lua, iuvar, ver o outro lado de uma árvore que ele nunca viu porque esteve acorrentado todo esse tempo? É realmente uma música linda.











"A lifetime ago, with frozen eyes they closed the door.
Suddenly I realized what locks are for.
No trusting them anymore,
 lights - are - out.
Empty the stare,
innocent and unaware,
 dragged out from my home, my lair.
Earmarked me, hurt me, burned me.

They'll kill for me,
 steal back my freedom, 
set me free, 
it's my minions vs.
thee.
Fiery the vengeance, hate will drain me.

You will remember the day you crossed my path.
leave me without a guard and you feel my wrath.
What you have done to me has made me bitter and cruel.
I'll see that all the hate you spread returns to you, you, to you...

The dream is alive, I can run up the hills every night,
go around and see another side of the tree.
All I want is to be untamed and free, howl with me"


Sonata Arctica - The Cage

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vulpes ligis e sua natureza selvagem


Vamos analisar a natureza selvagem da raposa Vulpes ligis:

Essa raposa é aventureira, curiosa. Cheira tudo, espirra, segue pelo caminho que cheirou melhor. Ela, como todas as outras raposas, tem olhar pouco expressivo, nem a própria poderia expressar exatamente o que sente. Passa longas temporadas em silêncio, pensando na origem da vida e do universo. Vira e mexe, brinca com suas amiguinhas raposinhas para exercitar os músculos e crescer saudável. Essa raposa tem muitos defeitos, afinal, é um animal selvagem, não sabe viver entre 4 paredes, sequer aprendeu boas maneiras. Pode ser tosada, obviamente, mas poucos adentrarão seus pensamentos e mudarão seus comportamentos grosseiros (quem sabe um bom adestrador, skinneriano). Não é possível encoleirar essa raposa, é lei ambiental e quem infringir estará diante do karma. Parece se compadecer do esforço dos que a querem domar, cede mas logo se arrepende e foge para as colinas, correndo, desesperada. "Raposa mal-agradecida" - eles dizem - Mas como um ser humano poderia possuir um animal da natureza? Não importa o que esse ser humano proporcionar a essa raposa, apesar de parecer agradecida, não era nada disso que ela precisava. A raposa não almeja essas coisas de seres humanos, tudo vê com seus olhinhos de raposa. Não importa o quanto mimem essa raposa, ela pertence a natureza e o bom dono viverá na natureza com ela, não a tirará de lá, pois também pertencerá ao mesmo lugar. A natureza é justa, não está do lado de ninguém, não toma partido, não acusa e só quem procura entendê-la, entenderá as espécies raras como a em questão, dentre outras (Canis marcelas, Apis giovanas, etc). Falhará o que tentar persuadir essa espécie com coisas humanas, ela faz pouco caso - e parece não negar tal fato, fazendo cara que parece traduzir as palavras "Poupai-me, humano, das tuas tantas humanidades. Eu sendo mais que instintos, não vês que tu de pouco me servirá? Se realmente amas a raposa selvagem, entenderás que seu lugar não é contigo."


Desejo a todos sentimentos profundos e relacionamentos elevados.






 


"A magnificência de um relacionamento sagrado se despedaça nos recifes dos conflitos egocêntricos triviais."
Deepak Chopra

domingo, 27 de novembro de 2011

Single Again





Peguei a laranja, bati na mesa e disse "CHEGA!". Agora cá estou, comigo mesma. Por que fiz isso? Tenho respostas. Por que sempre faço? Talvez em algum lugar desta pequena cabeça um dia encontre a razão. Qual a solução? Ainda não sei. Mas, me parece, que quando se gosta de alguém a gente não tem vontade de terminar - assim eu ouvi - então simplesmente não gosto. Não gosto, não quero. A não ser que precise. Se preciso, posso não gostar, mas quero. Como não é o caso, não preciso, não gosto, não quero. Apesar disso, desejo o bem aos meus ex namorados. Eles têm boa índole, são inteligentes e talentosos. Todos terão futuros brilhantes, não há dúvida. Digo mais, olho pra eles com orgulho, como uma mãe olha seu filho crescendo e se desenvolvendo. Torço em silêncio para que alcancem o melhor - mas sem mim. Quanto a mim? Nem mais um "filho" desses! Primeiro a calma, depois essas coisas. E um copo de gelo! Como disse um filósofo famoso: "para curar o pequeno e frágil coração, uma noite de folk metal" - tenho certeza que é quase isso.





quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Cobiça

"Queres ser rico? Pois não te preocupes em aumentar os teus bens, mas sim em diminuir a tua cobiça."

Epicuro





quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Spread out a mantle on the ground!


So I sat down beside them
With flowers all around
We et from a mantle
Spread out on the ground

They told me of prophets
And peoples and kings
And all of the one god that knows everything

We're traveling to Glaston
Over England's green lanes
To hear of men's troubles
To hear of their pains
We travel the wide world
Over land and the sea
To tell all the people
How they can be free

With the wind in the willows
The birds in the sky
There's a bright sun to warm us wherever we lie...
We have bread and fishes and a jug of red wine
To share on our journey with all of mankind."

Wind in the willows - Blackmore's Night









Uma das melhores músicas de Blackmore's Night - na minha humilde opinião - Wind in the willows! Tem letra simples e ao mesmo tempo profunda e cativante. Imagine-se dentro da música: andando numa manhã na primavera até encontrar com um grupo de viajantes. Você, então, senta com eles numa manta no chão e eles te contam porque viajam: para ouvir os problemas dos homens, ensiná-los a serem livres, ensiná-los sobre Deus. Eles só têm pão, peixes e um pouco de vinho mas, em sua jornada, dividem isso com toda a humanidade. Tudo isso se passa num campo bem verdinho e florido e, durante a conversa, um deles está solando um violão*. Com o vento nas plantas, os pássaros no céu, há um sol brilhante para aquecê-los onde quer que se deitem....Aaaaaaaah, como eu queria ENTRAR nessa música e permanecer aí por muito tempo (Lígia, NÃO DÁ pra entrar dentro de música - mas é essa a sensação que eu tenho, deixe-me). Meio repetitiva, eu sei, eu sei, mas como é linda! Dá vontade se andar saltitando, não dá??? Claro que dá, se não achas, não tens coração! HAHAH

*essa parte eu que inventei, mas tenho certeza que concordas que uma pessoa solando um violão cairia bem nessa cena, não é?



domingo, 20 de novembro de 2011

Ciência, Opinião, Dúvida e Sabedoria

"Desde que a Ciência sai da observação material dos fatos, e trata de apreciar e de explicar esses fatos, o campo está aberto às conjecturas. Cada um traz seu pequeno sistema, que quer fazer prevalecer, e o sustenta com obstinação. Não vemos todos os dias as opiniões mais divergentes alternativamente preconizadas e rejeitadas, logo repelidas como erros absurdos, depois proclamadas como verdades incontestáveis? Os fatos, eis o verdadeiro critério dos nossos julgamentos, o argumento sem réplica. Na ausência de fatos, a dúvida é a opinião do sábio."


Allan Kardec




Ganhei mais um livro! HAHA só ganho livro, como pode? Dessa vez um de Allan Kardec. Talvez eu  me interesse por espiritualismo, mas nunca surgiu vontade de conhecer espiritismo. Agora que ganhei o livro, vamos ver do que se trata, não é mesmo? Na dedicatória tem escrito: "Em busca da verdade" e não é disso que estou atrás? Como disse Helena Blavastky, "Não há religião acima da verdade". Mais uma aventura!

sábado, 19 de novembro de 2011

À procura da verdade

"- Entretanto, não é de se surpreender que a maioria das pessoas não se convença por nossos argumentos, pois jamais viram um homem que se enquadre em nosso projeto, e as palavras e frases desse gênero que elas têm ouvido são usualmente calculadas e artificiais e não, como estas, o produto da pura espontaneidade, isto é, nunca viram um homem ou muitos homens que, eles próprios, harmonizados com a virtude, a estas fossem assimilados o máximo possível e governassem num Estado de idêntica qualidade. Ou pensas que viram?
- De modo algum.
- Tampouco têm ouvido suficientemente a belos, bons e livres argumentos empenhados exclusivamente na investigação da verdade a todo custo a favor do conhecimento, distanciados de todas as sutilezas e cavilações que tanto nos tribunais como nas reuniões privadas a nada almejam senão a reputação (opinião) e a disputa"




Ler filosofia dá vontade de continuar com a boca fechada pra sempre. É tanta besteira que a gente fala cotidianamente. Queria que a biblioteca de Alexandria não tivesse sido queimada, talvez teríamos mais textos como esse pra aprender.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Shyness and Stupidity

LoveShynessLoveStupidityStupiditLoveLoveLoveShynessStupidityShynessLoveLoveStupidityStupidityLoveShynessShynessStupidityShynessLoveLoveShynessShynessLoveStupidityStupidityShynessShynessShyness






Whyyyyy?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pathos





Eu queria encontrar as imperfeições dele. Quero amá-las também

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Primavera





Outro dia foi meu aniversário. 20 primaveras já! Estou feliz por tudo que alcancei até aqui, a cada dia me sinto aprendendo mais coisas. Estou tentando exercitar bastante pra viver harmoniosamente. Espero que a vida continue sorrindo pra mim!