terça-feira, 29 de maio de 2012

Minha cabeça - embora em sangue - ereta


Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu – eterno e espesso,
A qualquer deus – se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei – e ainda trago
Minha cabeça – embora em sangue – ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda – eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

William E Henley


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sexta-feira, 25 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

Filosofia

Sempre possibilidade de ver tudo de um lugar mais alto.
Ainda há infinitos degraus pra subir!


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